Desta vez é pra valer!!! Estão lançando um novo álbum : A different kind of truth.
E após um show no Cafe Wah em New York em 7 de Janeiro, foi oficialmente lançado o primeiro clip-single "Tatoo"
Um blog pra quem curte Rock, vive de Rock, respira Rock e não passa um dia sem ouvir Rock!!!
Eddie e sua troupie também fizeram o público vibrar com "Black", "Better Man", "Rearviewmirror" e "Rockin' in the Free World", esta última de Neil Young.

Fui assistir ao show do Journey em São Paulo no Via Funchal no último dia 30 de Março.
Eles tem um novo vocalista, o filipeno Arnel Pineda, que tem um timbre muito parecido com o vocalista orginal - Steve Perry.
Apesar de não ter o mesmo carisma que ele, o baixinho agita o tempo todo e pensar que a pouco tempo atrás era praticamente um mendigo, catador de lixo.
O set-list teve direito a todos os grandes sucessos da banda.
A cozinha de Ross Valory (baixo) e Dean Castronovo (bateria) montaram o pano de fundo perfeito para a guitarra competente de Neal Schon que produziu solos iguais aos dos discos. Se bem que, algumas vezes a guitarra de Neal soava mais alta do que devia causando um embolamento sonoro.
As surpresas para mim ficaram por conta do tecladista Johnatan Cain que fazia também uma boa guitarra base...
e da banda de abertura - Sweet - a qual pensei que conhecer poucas músicas e no final me descobri cobrindo quase todo repertório.
Crédito das fotos: Walter Morais Jr
O filme é de 2008 da turné Vertigo, mas mostra o que 4 caras que entendem de rock conseguem fazer!
Produção excelente, som cheio, e todos os sucessos que os fãs esperam ouvir.
Bono carismático como sempre. The Edge fechado em si como sempre, mas extremamente competente com suas texturas de guitarra pouco convencionais! Aliás, fiquei abismado, como guitarrista que sou, com o impressionante desfile de guitarras de The Edge - ele não repetiu nenhuma durante os shows.
A cozinha da banda bem marcada com o baixo de graves poderosos de Adam Clayton e a bateria de Larry Mullen que mostra como rechear de forma impressionante uma música usando um set básico.
As músicas foram filmadas em países da América latina como Argentina, Chile, Brasil e também na Austrália. Mas o espectador não percebe essas mudanças graças a brilhante edição que nos faz acreditar estarmos em um único show filmado de forma contínua.
Não pude pagar R$ 600 no ingresso para vê-los em São Paulo, mas para quem puder recomendo.
