Pois é....sei que estou sendo meio repetitivo...mas depois de tanto tempo sem material novo ver tanta coisa deles de umavez...fico feliz e tenho que divulgar aqui....
Esta versão acústica está no site oficial deles....e é uma música que minha banda a Lochness toca também desde seus primórdios. A versão original é do The Kinks.
Parece que foi ontem que ouvi pela primeira vez o disco "Ten". Era algo novo, um som diferente, com uma energia incrível. O vocalista...um tal Eddie Veder parecia possuído ao cantar cada uma das músicas....dizem que ele era frentista de posto de gasolina na época....sorte a nossa ele se arriscar numa carreira musical!
Bem....há poucos dias fui assisti-los no estádio do Morumbi na comemoração de 20 anos da banda!
E a energia continua a mesma! Na verdade achei o show mais energético do que o que assisti há 6 anos atrás também aqui em Sampa.
Foi um desfile de hits. Inciaram com "Release" e depois "Corduroy". A maioria das faixas que mais agitaram o público vieram de seus três primeiros álbuns, entre elas: "Why Go", "Animal" , "Daughter" e "Porch".
Os pontos altos foram "Even Flow", no meio do show, "I Believe in Miracles" em homenagem aos Ramonese e claro "Alive".
Eddie e sua troupie também fizeram o público vibrar com "Black", "Better Man", "Rearviewmirror" e "Rockin' in the Free World", esta última de Neil Young.
O ponto ruim do show ficou por conta do baixo volume sonoro apresentado na pista. Quando a galera cantava os hits junto com a banda, mal se podia ouvir o som dela nos alto-falantes. Também na última música a organização já acendeu todos os holofotes indicando que era hora de ir pra casa.
A única música que realmente senti falta foi "Jeremy", mas mesmo assim valeu e muito! Que possamos comemorar o PJ30!
Hoje fiquei contente, pois vi que ainda existe esperança para a música nesta década.
Sim, no meio de tantos MC´s, Emos e hits das bandinhas fabricadas pela Disney, eis que surge ela...Pink!
Já achava que ela era uma garota de atitude rock'n'roll quando vi um especial com sua história há poucos anos.
E hoje tive a certeza quando um amigo postou um vídeo que coletou no Youtube da Pink cantando "Babe, I'm gonna leave you ", de uma das bandas que julgo mais representativas e inventivas do rock.
Logicamente que esta versão da Pink não traz a genialidade do guitarrista Jimmy Page, que nos traz camadas sobre camadas de guitarras e afinações diferenciadas que criam texturas únicas para a música do Led Zeppelin.
Tão pouco a interpretação vocal do deus dourado Plant pode ser comparada a da Pink, que de similar traz as madeixas da mesma cor.
Mas, se pode notar a reverência dela a esses gigantes, quando se vê a emoção que ela põe em sua leitura deste clássico. Também o controle da potência da voz que ela muito bem aplica pela necessidade que a música traz.
Se Plant não dá o braço a torcer para se juntar ao amigo Page e nos brindar com novas canções, ainda bem que os novos ainda nos apresentam releituras dos tempos em que os gigantes caminhavam sobre a Terra.